O Dr. José Todescan Júnior explica a importância da análise estética e das simulações antes de uma mudança nos dentes
Ajustar dentes tortos, consertar espaços, clarear o amarelo, mudar o formato. São muitas as transformações possíveis quando se fala em tratamentos dentários e há cada vez mais pessoas mudando radicalmente o sorriso. O problema é que o resultado nem sempre pode agradar totalmente quando o paciente não “experimentou” o novo sorriso antes.
De acordo com o Dr. José Todescan Júnior, especialista em Prótese Dental, odontopediatria e endodontia, membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, da IFED (International Federation Esthetic Dentistry) e da Associação Brasileira de Odontologia Estética, sem uma análise estética do sorriso antes, pode ocorrer alguma insatisfação. “A pessoa pode achar que os dentes ficaram grandes demais, por exemplo. Por isso, algumas simulações são extremamente indicadas e é o que fazemos na clínica”, explica.
E como funciona essa “experimentação” do sorriso? Segundo o Dr. Todescan, tudo começa muito antes da primeira broca ou anestesia. O especialista afirma que se o paciente não tiver cáries nem doenças gengivais ou, ainda, não necessitar de outros tratamentos, é iniciada uma conversa para saber o que o incomoda com relação à estética. “São inúmeras horas de trabalho, sendo que parte dos procedimentos podem ser realizados até mesmo sem a presença física do paciente”, conta.
Como a beleza é muito relativa, assim como o sorriso considerado bonito pelo paciente, é essa conversa que vai ajudar a entender como a mudança estética pode ser realizada. “Nós escutamos e indicamos o que é melhor para ele. Quem decide a melhor opção de tratamento é o dentista, que vai ouvir o paciente e considerar diversos requisitos técnicos”, diz.